Desenvolvimento de software, usuários e sistemas

(bloco 2)

Com base no texto contido no arquivo PARTEDASAULADEADMSI.PDF, realizamos as respostas abaixo:

d) Responda: está correto o desenvolvimento de software ter deixado de ser “amador” para tornar-se algo realizado com tanta diversidade e propostas de processos de software que podem ser adotados? Por quê?

Resposta: Sim. A partir do momento que deixamos o amadorismo no desenvolvimento de softwares e passamos a adotar processos mais sofisticados, inteligentes e personalizados, damos um salto de qualidade no que se diz respeito não só à aplicabilidade e segurança nos processos, mas também as funcionalidades são tidas como pilares que sustentam
toda a engenharia de construção dos softwares, tornando-os realmente ferramentas aplicáveis às reais necessidades do usuário.

BLOCO 3

Depois da leitura dos textos sobre a relação entre usuário e analista de sistemas, faça o que se pede:

a) construa um mapa conceitual que espelhe os aspectos e as questões mais relevantes abordados nos textos;

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Mapas mentais… diferenças sobre produtos e terceirização

(Tarefa 2)

Segue abaixo a construção de um mapa conceitual que mostra a diferença

entre qualidade do produto, do processo, garantia da

qualidade e gestão da qualidade de sistemas:

 

(Tarefa 3)

Vamos mostrar agora um mapa mental que descreve e

exemplifica as subcategorias da usabilidade de sistemas:

 

(Tarefa 5)

Construção de um mapa conceitual que mostra a relação entre a qualidade de sistemas de informação e a terceirização:

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Análise do questionário – Implantação do SIPAC

A equipe do blog elaborou um questionário pelo Google forms e enviou ao Analista da COTIC, André, para colher informações sobre a implantação do SIPAC, aralelamente, as lunas Graziele e Marcele estiveram presencialmente com ele para ouvir o relato sobre essa implantação.

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfkpNUi9qTrT6lh9jg3ArImxsYOjQD2xYiqwb0NeNWDw4ZXxw/viewform?usp=sf_link

 

Análise do questionário

Entendemos, caro leitor, que o SIPAC está em constante melhoria, pois o software foi comprado pronto de outra Universidade e passou/ passa por constantes modificações para se adequar às necessidades da UFRRJ.

Dados e informação são a mesma coisa?

(Tarefa 2)

Olá leitores!

Afinal de contas, qual a diferença? Existe diferença?
Simmm, existe!!
Hoje nós vamos compreender melhor sobre ESSA diferença e tirar todas as suas dúvidas sobre dados e informação.

ENTÃO, NÃO VAMOS PERDER TEMPO… VAMOS COMEÇAR

Podemos começar dizendo que os dados quando estão sozinhos eles NÃO transmite uma mensagem que possa ter conhecimento de uma determinada coisa, pois esses dados não foram trabalhados ainda, SÃO DADOS BRUTOS
USAREMOS 5 EXEMPLOs DO QUIOSQUE PARA COMPREENDER MELHOR NOSSO ENTENDIMENTO QUE FORAM TIRADOS DA IMAGEM ABAIXO:

EXEMPLOS DE DADOS:
1- JOSÉ DA SILVA
2- 7° PERIODO
3- 16 CRÉDITOS
4- INTRODUÇÃO À ESTATÍSTICA
5- TURMA T02

AGORA QUE VOCÊS JÁ SABEM SOBRE OS DADOS, NÓS IREMOS falar sobre a informação.

Na informação, os dados já foram trabalhados , ou seja, já estão organizados . Isso acontece através do processamentos dos dados que adquirem um valor adicional e aí sim se tornar uma informação
vamos aos exemplos para ficar mais claro.
exemplos de informação:

1- joão da silva cursa o 7° período
2- joão da silva cursa a disciplina introdução a estatística
3- joão da silva puxou 16 créditos
4- joão da silva está matriculado na turma T02
5- joão da silva possui a matrícula 200614599-0

E para você que ainda ficou com dúvida nós iremos deixar um link com um vídeo de uma explicação super rapidinha que encontramos no youtube

 Novelletto Kio-Diferença entre Dado e Informação= Conhecimento

<https://www.youtube.com/watch?v=KErUUZuyFsY>

Espero que tenham gostado e entendido!
Até o próxima tarefa!

Abraços
link que foi usado para bibliografia:
<https://www.gigaconteudo.com/diferenca-entre-dados-e-informação>

<http://www.luis.blog.br/qual-a-diferenca-entre-dados-informacao-e-conhecimento.aspx>

Olá leitores ! Vocês sabem o que é um diagrama de caso de uso?

(Slide 3 – Bloco 1.2)

Ele descreve as principais funcionalidades do sistema como vocês podem ver na imagem a seguir, e a interação dessas funcionalidades com os usuários do mesmo sistema, nesse caso o nosso já famoso QUIOSQUE MODULO ALUNO. E nesse diagrama não nos aprofundamos em detalhes técnicos que dizem como o sistema faz.

 

A seguir temos descritas as funcionalidades no caso de uso projetado no nosso post anterior, citando as funcionalidades do QUIOSQUE – MÓDULO ALUNO.

(Side 3 – bloco 1.3)

As funcionalidades são:

 – o sistema deve permitir a visualização do histórico escolar;

– o sistema deve disponibilizar a grade de horários do usuário;

– o sistema deve permitir a matricula dos usuários par o próximo período;

– o sistema deve disponibilizar as notas de avaliações realizadas do período atual e anteriores;

– o sistema deve disponibilizar toda as matérias em curso, a cursar e já cursadas;

– o sistema deve disponibilizar os arquivos postados pelos professores e monitores;

– o sistema deve disponibilizar a impressão dos documentos;

– o sistema deve permitir a visualização e ou alteração do cadastro do usuário;

– o sistema deve permitir a pré-matricula do usuário nas matérias do próximo período;

– o sistema deve apresentar os eventos importantes do período;

– o sistema deve fornecer informativos importantes como: deliberações, notícias e calendários;

– o sistema deve disponibilizar os formulários importantes para a realização de solicitações a ProGrad.

 

Relação entre o Usuário e o Analista de Sistemas

(Slide 3 – bloco 3)

Olá leitores!

A seguir  temos um mapa conceitual que espelha os aspectos e as questões mais relevantes sobre a relação entre o usuário e o analista de sistemas:

Postado por: Marcele dos Santos da Silva – matricula: 201545547-5

Usuários x Analistas de Sistemas

(slide 3 – bloco3.1)

Olá mais uma vez queridos leitores!

Vamos analisar mais um pouquinho a relação Usuários x Analistas de Sistemas.

É de suma importância uma boa relação entre o usuário e o analistas de sistema, visto que, essa comunicação entre ambos é feita diariamente. Embora seja sabido que essa relação é um pouco mais complicada, levando em contas as inúmeras críticas  feitas pelos usuários ao Analista por não criar mecanismos adequados a quem utiliza o meio. E isso é ocasionado em virtude a falta de comunicação, informações claras e sucintas que sejam compreendidas e simples de serem implementadas.

Portanto um analista deve estar atento as críticas dos usuários para que dessa maneira mas para isso se faz necessário que o usuário crítica de forma clara para que todos os requisitos sejam estudados e colocados em prática. Diminuindo portanto esta margem de erro do sistema.

Potado por:  Marcele dos Santos da Silva – matricula: 201545547-5

10 funcionalidades do SIAFI!

(Slide 3 – bloco 4)

Vamos usar o diagrama de caso de uso para apresentar as 10 funcionalidades do SIAFI:

Feito por: Marcele dos Santos da Silva – Matricula: 201545547-5

Algumas técnicas para levantamento de requisitos

(Slide 3 – tarefa 5)

Olá!

Como vocês já viram nos posts anteriores a importância no dialogo entre o usuário e analista de sistema para uma eficácia  como um todo do sistema. Outro fator de relevância para eficiência do mesmo é levantarmos os requisitos, isso é o fundamental e o primeiro passo que irá se repetir durante todo o processo. O levantamento e análise de requisitos é um processo iterativo, com uma contínua validação de uma atividade para outra. As técnicas de levantamento de requisitos têm por objetivo superar as dificuldades relativas a esta fase. Todas as técnicas possuem um conceito próprio e suas respectivas vantagens e desvantagens, que podem ser utilizadas em conjunto pelo analista.
Serão apresentadas de forma resumida nesse artigo algumas técnicas de levantamento de requisitos.

Agora veremos as principais técnicas de levantamentos de requisitos.

Levantamento orientado a pontos de vista

mesmo para um sistema relativamente simples, existem muitos pontos de vista diferentes que devem ser considerados. Os diferentes pontos de vista a respeito de um problema ‘vêem’ o problema de modos diferentes. Contudo, suas perspectivas não são inteiramente independentes, mas em geral apresentam alguma duplicidade, de modo que apresentam requisitos comuns. A primeira etapa da análise de ponto de vista é identificar os possíveis pontos de vista,A segunda etapa é a estruturação de pontos de vista. Pronto!  Que tal um exemplo?

Figura 01 levantamento referente aos pontos de vista. Fonte – Marcele dos S. da Silva

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