SOBRE RESULTADO SEGUNDA VERSÃO

PESSOAL, O RESULTADO ESTÁ A SEGUIR.

ÉTICA-1,0

APRESENTAÇÃO- 0 (ALÉM DE NÃO SE BASEARAM NOS SLIDES SOBRE APRESENTAÇÃO DA DISCIPLINA; NÃO CATEGORIZARAM. SEGUNDO ORIENTAÇÕES, A NÃO CATEGORIZAÇÃO LEVARIA A NÃO CORREÇÃO E EU AINDA CORRIGI. O QUE HOUVE COM VOCÊS???).

INTERATIVIDADE- 0 (“JOGARAM” OS MAPAS; SEM INTRODUÇÃO ADEQUADA; COLOCARAM O PRÓPRIO ENUNCIADO. O QUE ACONTECEU?? O ÚNICO GRUPO QUE FEZ ISSO!!!!).

COMPLETEZA  – 0,8 (NÃO FIZERAM UMA TAREFA SOBRE QUALIDADE)

PRECISÃO – 0,9 (NA METADE DOS CASOS NÃO CONSEGUEM EFETIVAMENTE RESPONDER O FOI PEDIDO CORRETAMENTE E ESTABELECER RELAÇÕES DE FORMA CORRETA —COMPARAÇÕES E DIFERENÇAS, POR EXEMPLO; ALGUNS MAPAS PEQUENOS – TAREFA 2, 5, 6 e 7 DE QUALIDADE; ERRO NA TAREFA 1 DE QUALIDADE; ERRO NAS TAREFAS 1, 2, 3 e 5 SOBRE BANCO DE DADOS).

TOTAL- 2,7

Desenvolvimento de Sistemas e Qualidade.

Olá meus queridos amigos. Hoje o tema é sobre Desenvolvimento de Sistemas e Qualidade e será o último tema que estaremos abordando neste ano. Assim estaremos compartilhando com vocês, algumas tarefas propostas que realizamos sobre Qualidade de Sistemas.

Tarefa 1 

Explique, com suas próprias palavras, por que o custo com os erros no processo de desenvolvimento de software aumentam, se o problema (ou o erro) for detectado nas fases finais.

R.: Basicamente é pela perda da reputação imputada  a um erro nesta fase, além do custa para achar e corrigir esse defeitos se eleva quanto maior é o avanço do projeto.

Tarefa 2

Construa um mapa conceitual que mostre a diferença
entre qualidade do produto, do processo, garantia da
qualidade e gestão da qualidade de sistemas.

Tarefa 3

Monte um mapa mental que descreva e exemplifique as subcategorias da usabilidade de sistemas. Dê um destaque especial à interoperabilidade.

Tarefa 4

De acordo com o artigo cujo título está escrito a seguir, faça um mapa mental para mostrar quais os pontos fracos do Portal Rede Governo.

Tarefa 5

Construa um mapa conceitual que mostre a
relação entre a qualidade de sistemas de
informação e a terceirização.

Tarefa 6

Discuta e responda, por meio de um mapa conceitual, com base na seção 14.4 do arquivo engenhariadesoftware 26qualidade.pdf, as questões a seguir.
a) Como se alcança a qualidade de software?
b) O que pode ser considerado um risco quando se
trata do processo de desenvolvimento de
sistemas?
c) Qual a diferença entre garantia da qualidade e
controle da qualidade?

A qualidade é alcançada através de métodos de engenharia de software, técnicas de gerenciamento de projetos, ações de controle de qualidade e garantia da qualidade do software.

Tarefa 7

Use os critérios do artigo cujo título está exposto a seguir, para avaliar 1 site do governo federal. Esses critérios devem ser materializados num questionário construído com a app formulários do Google.

Tarefa 8

Faça um mapa conceitual que expresse a discussão sobre comprar pacotes ou desenvolver sistemas próprios, com base no texto contido no arquivo cujo nome está a seguir.

Tarefa 9

Faça um mapa conceitual que expresse a comparação entre as avaliações contidas nos dois arquivos a seguir.

Autores: Emanoel, Gabriel, Igor e Juliana.

Bibliografia

Capítulo 14 Gestão da Qualidade. in Engenharia de Software e Qualidade. p. 357-372.

BOSTELMANN, J. B., CUNHA, M. A. V. C. da e  PAHL, M. T. R. Desenvolvimento de sistemas específicos versus pacotes de mercado. CELEPAR. Paraná, 2009.

LEITE, J. C. Terceirização em Informática no Brasil. Revista de Administração de Empresas, São Paulo, v. 37, n. 3, p. 68-77, Jul/Set. 1997.

PARDINI, F. Full Outsourcing de TI ganha espaço no Brasil. Computerworld, 2014.

PRADO, E. P. V., TAKAOKA, H. Terceirização de Serviços de TI: Um modelo para avaliação de relações de causa e efeito. Rio de Janeiro, set. 2007.

RAMPELOTTO, A; LÖBLER M, L; VISENTINI, M, S. Revista de Administração Pública. Avaliação do sítio da Receita Federal do Brasil como medida da efetividade do governo eletrônico para o cidadão, Rio de Janeiro, p. 959-983, jul/ago. 2015.

SIMÃO, J. B; RODRIGUES, G. Ci. Inf. Acessibilidade às informações públicas: uma avaliação do portal de serviços e informações do governo federal Brasília, v. 34, n. 2, p. 81-92, maio/ago. 2005.

Banco de Dados. Pra que serve?

Olá boa noite, amigos!

Hoje nosso assunto é sobre Banco de Dados. O Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) é um software que armazena e organiza uma grande quantidade de dados e é utilizado em diversas empresas e organizações públicas. Assim estaremos realizando algumas tarefas para compreender um pouco mais sobre esta temática.

Tarefa 1

Construa um mapa mental/conceitual que mostre a relação entre requisitos funcionais e a descoberta e organização dos dados com base no SIGEPE.

Figura 1 – Tarefa 1. Fonte: Elaborado pelos autores.

Tarefa 2

Explique, por meio de um exemplo do contexto da administração pública representado graficamente, de que forma os relacionamentos ou associações do modelo de classe podem ser materializados em um SGBD. Neste caso, leia a seção 2.5 do texto inserido no arquivo PARTE1DASAULASDEADMSI.pdf.

Figura 2 – Tarefa 2. Fonte: Elaborado pelos autores.

Tarefa 3

Estabeleça, por meio de um mapa mental, a relação entre as fases de desenvolvimento de sistemas e as atividades relativas à modelagem dos dados.

Figura 3 – Tarefa 3. Fonte: Elaborado pelos autores.

Tarefa 4

Pesquisar, usando a Internet, os exemplos de sistemas gerenciadores de banco de dados existentes no mercado e criar um mapa mental, contendo, seu nome, se é relacional, o nome do seu fabricante, o seu custo e se ele é software livre, open source, freeware ou proprietário.

Figura 4 – Tarefa 4. Fonte: Elaborado pelos autores.

Tarefa 5

De acordo com o documento que está no arquivo artigosiafi.pdf, responda: quais os gerenciadores de banco de dados usados no caso do sistema de informação estruturante SIAFI? 

O SIAFI Gerencial utiliza o SGBD da ORACLE enquanto o módulo do SIAFI Operacional utiliza o SGBD ADABAS.

Eles são relacionais? 

Sim, o SIAFI Operacional pode ser considerado como parte integrante do SIAFI Gerencial e com isso as bases de dados se relacionam uma obtendo dados da outra.

De que forma os dados estão organizados e relacionados?

O SIAFI Gerencial possibilita a obtenção de informações, a partir dos dados da execução orçamentária, financeira, contábil e patrimonial, conforme comandos expressos ou implícitos da LDO, objetivando detalhar as informações que estão sendo realizadas a partir da LOA. Já o SIAFI Operacional armazena dados referentes à lançamentos contábeis realizados durante o dia e final do expediente é feita uma transferências destes dados para o SIAFI Gerencial. 

Tarefa 6

Usando um mapa mental, enumere e EXPLIQUE as vantagens de um SGBD.

Figura 5 – Tarefa 6. Fonte: Elaborado pelos autores.

Caso não consiga visualizar as imagens direito, dê um clique em cima dela para ampliar. Até a próxima.

Autores: Emanoel, Gabriel, Juliana e Igor.

Bibliografia:

ARAÚJO, F. da Silva. Sistema de Apoio à Decisão: o SIAFI-Gerencial e sua ampla disponibilização às unidades gestores de recursos públicos na administração pública federal. São Paulo, 2006.

Ministéio do Planejamento, Orçamento e Gestão. Manual do SIGEPE. Brasil. Arquivo em pdf.

MOTTA, R. A. S. M.; SALES, A. de Oliveira; GOLDSCHMIDT, R. S. Sistemas de Informação e sua aplicabilidade no contexto empresarial. In: MOTTA, R. A. S. M.; SALES, A. de Oliveira; GOLDSCHMIDT, R. S. Introdução a Sistemas de Informação.

MOTTA, R. A. S. M. Slide aula desenvolvimento de sistemas parte 2. Rio de Janeiro, 2018. Arquivo em ppt.

Governo Eletrônico o que é?

Olá, estavam com saudades? Nós já estávamos, rsrs.

Hoje iremos abordar à cerca do Governo Eletrônico ou E-Government, que é a aplicação de dois outros conceitos, chamados de E-Business e E-Comerce, ao contexto da gestão pública. Um pouco complexo né? Vamos tentar simplificar isso através do mapa conceitual abaixo.

Figura 1 – E-GOV x E-Comerce x E-Business. Fonte: Elaborado pelos autores.

Deu para compreender um pouco melhor? Agora falaremos sobre outros três conceitos que fazem parte do E-Government e são chamados de Government to Citzen (G2C), Government to Business (G2B) e Government to Government (G2G), segue um mapa mental contendo a utilidade de cada destes conceitos.

Figura 2 – Conceitos E-Government. Fonte: Elaborado pelos autores.

Agora segue algumas vantagens que o E-Gov fornece e cinco aspectos que consideramos relevantes.

Figura 3 – Vantagens E-Gov. Fonte: Elaborado pelos autores.

Por fim, com base em uma pesquisa realizada em diversos municípios no estado do Rio de Janeiro, segue um mapa mental contendo os benefícios que o E-Gov proporciona na percepções dos Gestores Públicos entrevistados na pesquisa.

Figura 4 – Percepção dos Gestores. Fonte: Elaborado pelos autores.

Caso não consiga visualizar as imagens dê um clique em cima dela para visualizar em uma nova guia. Não esqueçam dos comentários e até a próxima!

Autores: Emanuel, Gabriel, Igor e Juliana.

Bibliografia

NUNES, R. M. S.; VENDRAMETTO, O. Os Negócios Eletrônicos como Instrumento de
Aperfeiçoamento entre Redes de Organizações: um estudo
sobre o portal de compras do governo federal brasileiro. SIMPOI, 2009.

REIS, A. P.; MARTINS, M. R.; TRANCOSO, V. F. Percepção dos Gestores Públicos sobre o Governo
Eletrônico Municipal: Estudo de multicasos da
matrícula online no Estado do Rio.

Avaliação da aprendizagem : resultados

Pessoal, você obtiveram 3,6.

Completeza 0,7 (confuso para identificar tarefas porque juntos tarefas)

Ética  0,7 (confusão entre bibliografia e referência; formato fora da ABNT; coloca meus slides como referências ou bibliografia; alguns textos não de autoria própria )

Apresentação  0,2 (não apresentou a equipe e nem os objetivos do blog)

Interatividade 0,5 (Foi ótima!!)

Precisão  1,5 (a correção foi prejudicada por mapas ilegíveis e com alguns erros; alguns mapas com muito texto)

Ferramentas de Desenvolvimento de SI – Slide 3 – Bloco 5

Hoje iremos apresentar as ferramentas que podem ser utilizadas para ajudar na fase de análise de requisitos do desenvolvimento de sistemas. Na figura abaixo os campos: com borda azul se referem à utilidade, com borda verde a vantagens e borda vermelha à dificuldades de cada tipo de ferramenta.

Figura 1 – Ferramentas SI. Fonte: Elaborado pelos autores.

Autor: Gabriel Kuriyama

Referências

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARTE 1 .  Rosa Amelita Menezes Sá da Motta . Aula, 2018. 1 Slide.

MORAES, Janaína Bendani Dixon. Engenharia de Software 2 – Técnicas para levantamento de requisitos. [2009]. Disponível em:<https://www.devmedia.com.br/tecnicas-para-levantamento-de-requisitos/9151>. Acesso em: 06/10/2018.

 

SIAFI Requisitos e Caso de Uso – Slide 3 – Bloco 4

Já ouviram falar do SIAFI? Já comentamos um pouco sobre ele em um post anterior, mas hoje estaremos nos aprofundando um pouco mais sobre seus objetivos, requisitos e suas obrigatoriedades. Também apresentaremos o diagrama de caso de uso do SIAFI (Figura 2).

Figura 1 – SIAFI. Fonte: Elaborado pelos autores.
Figura 2 – Caso de Uso SIAFI. Fonte: Elaborado pelos autores.

Autora: Juliana da Silveira

Referências

BRASIL. Tesouro Nacional. Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal. Manual do Usuário. Brasília: SIAFI, 2014. 1197 p.

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARTE 1 .  Rosa Amelita Menezes Sá da Motta . Aula, 2018. 1 Slide.

 

Relacionamento entre Analistas e Usuários – Slide 3 – Bloco 3

Já viram sistemas que não para quase nada? Então umas das causas deste problema se encontra, ainda na fase inicial do desenvolvimento de sistemas,  na relação entre analistas e usuários, pois quando não há um bom relacionamento é muito provável que os sistema apresente problemas. Assim estaremos vendo, através de um mapa mental, alguns dos motivos que ocasionam uma má comunicação e os benefícios que uma boa relação proporciona.

Figura 1 – Relação Analista x Usuário. Fonte: Elaborado pelos autores.

Autora: Juliana da Silveira

Referências

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARTE 1 .  Rosa Amelita Menezes Sá da Motta . Aula, 2018. 1 Slide.

PEREIRA, Tricia Munari; ANGELONI, Maria Terezinha. A Comunicação na definição de um sistema da informação: um  estudo de caso em um órgão público. Revista de Ciências da Administração, Florianópolis, v. 9, n. 19, p. 11-33, set./dez. 2007.

Desenvolvimento e Evolução dos Sistemas – Slide 3 – Bloco 2

Já estavam com saudades? Espero que sim, hoje  estaremos sobre as funções necessidades atendidas e benefícios que o SIAFI, Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal, pode proporcionar.

Figura 1 – Mapa Mental SIAFI. Fonte: Elaborado pelos autores.

Ao longo do tempo os sistemas tem evoluído, assim mostramos abaixo, através de um mapa conceitual, a que a evolução dos sistemas estão relacionados.

Figura 2 – Mapa Conceitual Evolução dos SI. Fonte: Elaborado pelos autores.

Está correto o desenvolvimento de software ter deixado
de ser “amador” para tornar-se algo realizado com tanta diversidade
e propostas de processos de software que podem ser adotados? Por
que?

Sim. Pois a experiência inicial obtida no desenvolvimento de sistemas, demonstrou que o desenvolvimento informal não produzia bons resultados. Porém, apesar de serem desenvolvidas técnicas e métodos de desenvolvimento formal para gerar sistemas de qualidade, muitos aceitam como normal que sistemas contenham erros, sejam ineficazes e dispendiosos. Assim é válido que no desenvolvimento de sistemas seja considerado diversas propostas afim de alcançar um sistema de qualidade.

Abaixo demonstramos a relação entre o desenvolvimento de sistemas e a manutenibilidade, que é uma característica importantíssima de um SI.

Figura 3 – Desenvolvimento de SI e Manutenibilidade. Fonte: Elaborado pelos autores.

O que pode causar a má especificação de requisitos e os erros nas
fases iniciais do desenvolvimento?

Um dos principais desafios no levantamento de requisito, no desenvolvimento de sistemas, é sem dúvidas a dificuldade do usuário em especificar suas necessidades e também a comunicação entre desenvolvedor e usuário que, não muito raro, não é de fácil entendimento.

Autor: Gabriel Kuriyama

Referências

BRASIL. Tesouro Nacional. Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal. Manual do Usuário. Brasília: SIAFI, 2014. 1197 p.

DESENVOLVIMENTO DE SISTEMAS PARTE 1 .  Rosa Amelita Menezes Sá da Motta . Aula, 2018. 1 Slide.

MOTTA, R. A. S. M.; SALES, A. de Oliveira; GOLDSCHIMDIT, R. S. Introdução a Sistemas de Informação.